sexta-feira, 4 de julho de 2014

Resumão dos últimos quatro meses de leituras!

Olá pessoal, devido a falta de organização e preguiça ficamos sem publicar nada aqui desde o dia 19/03/2014. Notícia boa: o Luiz vai voltar a escrever. Podem ficar felizes, soltar fogos de artifício e comer chocolates porque ele voltou. 
Então, desde o último dia li pouca coisa e muita ficou parada e agora em estágio de “andamento”. Somados foram lidos quatro livros e uma peça de teatro, começados dois livros e abandonados, e, por fim, cinco livros em andamento. Todos eles estão na imagem ao lado. Primeiro tive uma decepção com “Ame o que é Seu” da Emily Giffin, pois esperava ter o mesmo ritmo de “Laços Inseparáveis”, ao qual os capítulos alternavam entre o ponto de vista de uma mulher de 36 e outra de 18 anos, mas concluí a leitura. 
Depois li “Cidade de Vidro” da Cassandra Clare. Dos três livros da série, esse foi o que eu mais gostei, por motivos de ter mais ação e fechamento para algumas especulações. Mas já adianto que é provável que eu não leia os outros volumes de “Os Instrumentos Mortais”. Em sequência, foi lido “O Juiz de paz na roça” de Martins Pena para se fazer uma prova no colégio e final de ano para o vestibular. 
Chegando ao quarto livro, temos “Quem é você, Alasca?” de John Green. Pelo fato de já terem me contado o final antes mesmo de eu iniciar a leitura, não achei tão emocionante o livro. Porém, confesso que ele tem seus momentos de risada e aperto que me agradaram bastante. Por último, foi lido “Todo dia” de David Levithan, esse sim foi uma senhora leitura, passando disparado para o segundo lugar da minha lista de queridinhos. É quase impossível não se identificar com nada neste livro, nem que seja com um personagem, situação ou a forma de se expressar. Esta com certeza compensou as leituras que foram abandonas ou não tão boas assim.  
Partindo agora para os livros abandonados, temos dois: “Quando tudo volta”, de John Coret Whalet, e “Filhos do Jacarandá”, da Sahar Delijani. Eles foram abandonados não por serem ruins, muito pelo contrário, foram por preguiça de ler. Sabe aquelas semanas que você pega um textinho na internet e ele se torna entediante, pois é, isso se chama ressaca literária ou como eu considero, preguiça. Troquei um pelo outro, não deu muito certo pelo visto. 
Em andamento tenho quatro livros: “Várias histórias”, de Machado de Assis, “O que é isso, companheiro?”, de Fernando Gabeira, “O Fantástico na ilha de Santa Catarina”, de Franklin Cascaes, e “Estudo de textos – 2015”, de Claúdia Regina Silveira. Os três primeiros são livros que estão na lista do que terei que ler até o dezembro para prestar vestibular, tendo dois deles na metade. “Estudo de textos – 2015” é uma obra que faz uma análise sobre os oito livros do vestibular em questão, com exercícios e explicações. Por isso estou lendo ele bem devagar. 
Agora sim é o último livro, o que estou iniciando no momento/andamento – mesmo com vários ali a espera – “Anjo mecânico”, da Cassandra Clare. Para os curiosos eu estou na página quinze, ou seja, devo demorar um pouco para acabar. Resumindo, tive leituras boas nestes séculos de sumiço. Estou me organizando para escrever as resenhas de cada uma, e outros posts para voltar à ativa, afinal, foram quase quatro meses parados.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Resenha: Cidade das Cinzas - Cassandra Clare

Cidade das Cinzas foi escrito pela magnífica Cassandra Clare, publicado no Brasil pela editora Galera Record em 2008. Tem 404 páginas de pura aventura e romance. Este é o segundo volume da série Os Instrumentos Mortais, e como era de se esperar, só abrilhantou a série.

Neste livro, a mãe de Clary continua sobe efeito do feitiço que a prende em coma. A relação da jovem com seu amigo Simon floresce neste volume. O mundo dos Caçadores de Sombras não está mais o mesmo. Agora que todos sabem da volta de Valentim, as autoridades desconfiam que Jace o tenha ajudado com seus feitos. As suspeitas se intensificam após Valentim ter roubado outro instrumento mortal – a Espada da Alma.
Em Cidade das Cinzas conhecemos um pouco mais de alguns personagens, como Alec, Magnus Bane, Max e Simon. Onde descobrimos alguns sentimos não tão expressos no primeiro livro.
Concordo com muitos que a história do segundo é mais bem desenvolvida e cativante que a de “Cidade dos Ossos” (o primeiro volume). Isso se deve ao fato de que quando Cassandra resolveu escrever está serie, em mente seria apenas uma trilogia, que tem como o primeiro livro à introdução. Onde os acontecimentos se intensificam nos últimos dois livros. Felizmente ela prosseguiu com a série, que é composta por seis livros, tendo apenas cinco lançados no Brasil.
            Cidade das Cinzas fez com que eu gostasse da série novamente, e sentisse uma relação amigável com cada personagem. Não vejo a hora de ler “Cidade de Vidro” – o terceiro volume -. Como você deve imaginar, e não fique irritado comigo por causa disso, mas o livro acaba em um super Cliffhanger. O que é Cliffhanger? Isso nada mais é do que a parte “mais top” do livro, que pode ocorrer tanto no fim de um capítulo quanto no final do livro. E neste volume, nas ultimas 80 páginas isso ocorre várias vezes no mesmo capítulo. E acaba com o pior de todos, me obrigando a ler rapidamente o próximo volume.
            Bom, você deve ter percebido que eu recomendo demais este livro,tal vez você empaque no primeiro livro, mas pode confiar, dê uma chance, vale a pena. Livro nota 10.
            “... Você cresceu em um paraíso falsamente lindo, cercado por paredes frágeis de vidro, minha filha. A sua mãe imaginou o mundo em que ela queria viver e a criou nele, mas nunca contou a você que não passava de uma ilusão. E que o tempo todo os demônios estavam esperando com suas armas de sangue e terror para estilhaçar o vidro e libertá-la da mentira.”

Página 362.