segunda-feira, 7 de julho de 2014

Resenha: Ame o que é seu - Emily Giffin

Esta obra "magnífica" foi escrita por Emily Giffin, publicada no Brasil pela editora Novo Conceito e compreende 309 páginas. Foi um sucesso de vendas e best-seller do The New York Times. 
Ellen, uma mulher que acredita estar em um casamento perfeito com Andy, mal sabe o que lhe aguarda. Um dia enquanto atravessava a rua, a dama esbarra em seu ex-namorado (Leo) e percebe que a chama da paixão deles ainda não passou. Mais tarde eles saem para botar o assunto em dia e Leo acaba descobrindo que Ellen está casada.Viagens reveladoras induzem a ela a que caminho seguir, se investe neste antigo relacionamento instável, ou se continua com o casamento seguro.  
Por mais que o gênero do livro ("chick lit": uma ficção que aborda questões da mulher moderna) permita, não me agradou o ritmo da leitura. Como já escrevi em outras publicações, esperava algo como "Laços Inseparáveis", e não como um romance bobo que me lembra a todo momento filmes tolos da sessão da tarde. Mesmo sabendo que teria grande chance da leitura ser cansativa, comprei o livro por "imposição" do vendedor que me fez acreditar que esta seria uma obra do mesmo estilo da que tinha lido antes. Pelo menos no outro tínhamos uma troca de ponto de vista, que deixava a história muito mais interessante. 
Acho justo escrever que fiquei um pouco decepcionado. Em nenhum momento tive a intenção de dizer que o livro é ruim, apenas que o contexto geral não me agradou. Vocês sabem que prefiro fantasia e investigação no quesito gênero literário, mas mesmo assim gosto de ler outras coisas. Antes de ler este livro lembro de argumentar com minha mãe dizendo que a autora era muito boa para romance, porém li "Ame o que é seu" e a ideia mudou um pouco. 
Este livro foi xingado de diversos nomes quando acabado, porque eu esperava um final diferente ou ao menos surpreendente, e não clichê. Portanto foi dado nota dois no skoob. Recomendo a leitura para quem gosta da autora ou curte o gênero em que se enquadra, pois cansei um pouco de romance.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Resenha: Laços Inseparáveis - Emily Giffin

            Este livro foi escrito Emilly Giffin, tem ao todo 444 páginas e foi publicado no Brasil pela editora Novo Conceito. A autora não perdeu o dom da escrita, algo nítido neste livro, onde ela consegue conciliar dois diferentes narradores, os intercalando a cada capítulo.

            Tudo começa com Marian Cadwell, uma produtora de programas famosa. Ela tem trinta e seis anos. E no auge da sua carreira algo irá lhe perturbar, a visita inesperada de uma menina de dezoito anos a sua porta.
            Logo de início sabemos que o nome desta menina é Kirby, e que ela é filha de Marian. Kirby mora com os pais adotivos desde bebê e ao completar a maioridade decidiu procurar a sua mãe escondida. A partir deste momento a dúvida pelo afeto que a jovem garota sente pela mãe biológica fica expressa. Kirby não consegue se enquadrar no mundo de luxúrias de Marian. Entretanto isto não faz com que ela a ache chata.
            Coisas engraçadas e entusiasmantes acontecerão a partir deste reencontro. Mãe e filha, unidas após dezoito anos. O que se pode esperar? Ao ler as páginas você não vê o tempo passar. Lê horas. Os narradores ali presentes desenvolvem a história com opiniões tão divergentes, mas que se entrelaçam de forma tão surpreendente, que “Meu Deus. Que livro é Este?”.
            Este é o único livro de Giffin que li até o momento, mas acredito que não me decepcionarei com os outros da autora. Tenho outros dois, mas o que me falta é a oportunidade. Se a escrita dela permaneceu igual sei que me apaixonarei mais ainda pela escritora.
            Laços Inseparáveis é tão bom que concordo em ser um Best-seller. Se você não leu este livro ainda, sério corra para uma livraria e o leia. Leitura mais do que qualificada e recomendada. Não há muitas palavras complicadas neste livro, o que só facilita a sua leitura. Não perca tempo, Emily Giffin criou uma ocasião vista no cotidiano que ao ser contado no livro, se parece muito com o real. Devore sem ter medo e dó.