terça-feira, 11 de agosto de 2015

Um pequeno grande desencontro. - Texto avulso.

             O nome disso é raiva? Cansaço? Estresse repentino? Ou o quê? Isso tem nome? Ou será apenas um drama agudo. Não sei. Nesse momento minha cabeça revira e mal consigo raciocinar. Ouço barulho de tambores, de manifestações vindo das ruas e não sinto vontade de fazer nada. Apenas ... chorar. Já ouvi dizer que chorar é coisa de criança, até mesmo pior, coisa de "mulherzinha". Discordo de ambas opiniões. Agora, eu só queria estar sozinho nessa sala. Berrar com o mundo. Extravasar. Quero muito deitar, dormir e acordar como se nada tivesse acontecido. Cansei de ficar esperando. Eu sei que a culpa não foi dele, mas eu cansei. Num dia, tudo estava maravilhoso. O céu estava limpo, mudei minha rotina, matei saudades, para que no outro dia amanhecesse como se eu tivesse levado um porre.
            Não posso culpar ninguém. Eles tentaram me avisar, mas eu não recebi nada. Pensando agora, acho que esse mau humor que estou sentindo foi por ter ficado quase 1h30min lá. Primeiro lendo, depois ouvindo música e pensando na vida, e por fim, xingando quem eu poderia xingar na hora. Foi uma ideia inteligente de se fazer? Realmente, não foi. Porém, foi automático.
            Quem ler esse "texto" e entender do que eu estou falando, não se sinta culpado. Ninguém tem culpa nessa história, foram apenas desencontros. Se eu estiver quieto, mal humorado e me esquivando das conversas. Deixe assim, só quero que tu continue ali do meu lado. Não posso afirmar que não fiquei chateado nem irritado. Porque realmente fiquei. Porém, não quero ficar descontando isso em ninguém. Penso em apenas pensar.

            Estou escrevendo para tentar relaxar um pouco. Acredito que não vou dormir porque meu professor está aqui, entretanto, minha cabeça está a mil. Não vamos culpar ninguém. Todo mundo tem um pesinho nesse erro. Independente se foi uma mensagem, uma ligação, um documento ou a falta de crédito. Vamos apenas esquecer e fazer piadas disso futuramente. Agora, me despeço, vou tentar dar uma volta em outro ambiente. 



sábado, 1 de agosto de 2015

Resenha: A Rainha do castelo de Ar (vulgo, uma história louca e "real" com duas mortes em três páginas)!

Então pessoas, vamos resenhar esse magnífico exemplar da trilogia Millennium: A Rainha do castelo de ar. Essa coisa linda contém 688 páginas segundo o Skoob e foi escrito por Stieg Larsson. Um cara que escreveu apenas essa série porque morreu antes do primeiro ser lançado. É uma trilogia sueca que envolve temas como abuso de poder, tráfico de mulheres, abuso sexual, problemas políticos, entre outros. O título do primeiro volume é “Os Homens que não amavam as mulheres” e o segundo é “A Menina que brincava com fogo”. Bem, vamos ao terceiro livro.
Nesse exemplar, damos sequência à investigação que está sendo feita no segundo livro.  Lisbeth Salander e Alexander Zalachenko estão quase morrendo. Por motivos bem naturais, ele está com um machado enfiado na cabeça e ela por ter sido enterrada viva e depois ter levado um tiro na cabeça. O foco poderia ter sido apenas neles que seria incrível a história. Entretanto, Stieg Larsson investe muito o seu tempo em personagens novos e acaba fazendo complicações com tantos nomes suecos. Confesso, tem alguns difíceis de gravar. Particularmente, não sei como, mas esse cara conseguiu articular muito bem cada nova aparição na trama e cada uma teve o final merecido e o seu tempo necessário na história.
Sim, considero essa a minha trilogia favorita. Como disse a Tatiana Feltrin em seus dois vídeos sobre a série (primeiro vídeo e segundo vídeo), essa série não é perfeita. Reconheço seus problemas, porém, acredito que a grande maioria aconteceu por causa do tradutor. Fiz marcações de duas cores, laranjas e azuis (laranjas para as passagens favoritas e azuis para alguns erros), se não fosse o final - com aquele julgamento de tirar o fôlego - as azuis teriam um número maior que as laranjas. O que seria uma pena.
Mesmo os momentos “Porque você está escrevendo isso, Stieg?” são interessantes. Pois você sabe que a chance dele usar alguma referência mais para frente é inevitável. Além de que quem leu as outras resenhas da série ou viu os meus antigos vídeos sobre a série sabe que eu amo a Lisbeth. Senhor amado, que mulher é essa? Só posso pedir que vocês lessem essa série. Eu sei que demanda tempo, eu demorei dois anos para acabar, mas o enredo, os personagens, o cuidado que ele tem para descrever a história de cada um, as soluções dos casos são dignas de aplausos.
As críticas implícitas e explícitas nos livros são loucas e maravilhosas ao mesmo tempo. De como uma pessoal “normal” tem que se comportar em uma sociedade cheia de padrões. Se você é fora do padrão, lamento você vai ser julgada como uma doente mental e ser acusada de triplo assassinato. Lisbeth tem tatuagens no corpo e usa piercing, logo, ela é perigosa. Que besteira, Senhor Peter T.
Mortes, muaahahah. Ai Stieg Larsson, digamos que lá pela página 160 você me deu uns tapas na cara. O que foi aquilo, rapaz? A história simplesmente deu um pulo e tanto com duas mortes inusitadas. Três páginas e pronto, algumas coisas que você imaginou vão para o caixão junto com o ritmo lento de leitura. Além das investigações de Dag, Mia e da Millennium que estavam acontecendo no livro anterior, temos também outras opções de “lazer”. Coisas envolvendo Erika Berger, Lisbeth Diva Salander, Zala, Mikael Blomkvist, e personagens novos como Rosa Figuerola e Peter Fredriksson.

Vou tentar resumir o livro e alguns personagens porque estou me estendendo um pouquinho demais. Antes que eu esqueça, eu só vi o filme norte americano ainda. Assim que eu ver todos os suecos, faço uma postagem relacionada. Espero que vocês se entusiasmem com esse “resuminho”. Ladies, start your engines and may the best woman ... WIN: é uma história muito louca e densa de dois assassinatos em três páginas, de inúmeras investigações, de uma diva sambando na cara dos estereótipos e que tenta matar o pai e o irmão, de um jornalista seduzente com faro para o perigo, do seu pior pesadelo referente às pessoas preconceituosas que se materializam em psicólogos, de uma loira, amante, mulher, editora e que tem/é perseguida, de traduções mal feitas, de personagens secundários que tem seus quinze minutos de fama e outras coisas que só quem leu a série sabe. Afinal, os filmes são bons, mas não foram escritos por Larsson, apenas baseados.
Rupaul's Drage Race.
“Eu admiro Lisbeth Salander. Ela tem mais fibra do que eu. Se tivessem me amarrado com correias quando eu tinha treze anos, é provável que eu tivesse desabado completamente. Ela revidou com a única arma de que dispunha. Em outras palavras, com seu desprezo pelo senhor.”
p 614.
“- A senhorita poderia fazer a gentileza de responder à pergunta. [...]
- Que pergunta? Por enquanto, esse senhor – Ela inclinou a cabeça na direção de Ekström – fez algumas afirmações sem apresentar nenhuma prova. Não ouvi nenhuma pergunta.”
p 572.


quinta-feira, 25 de junho de 2015

TAG: Palavras Cruzadas! - Luiz


    Eaí pessoas, como estão? Estou fazendo por escrita esta TAG que foi feita no canal ano passado. É bem provável que as respostas mudem, então não deixem de olhar o vídeo para comparar as respostas. Ela consiste em quinze perguntas que relacionam termos ou expressões com livros, como Fast Forward (um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada). O que acham? Vamos ver como ficou?


Perguntas e respostas:

1. Vox Populi (um livro para recomendar a toda a gente): Todo dia – David Levithan. Recomendo esse pelo simples motivo de sim, ele é muito bom mesmo. Quebra com alguns preconceitos estéticos e a maneira com que isso é feita é linda.

2. Maldito plágio (um livro que gostávamos de ter escrito): AAAH SIM, “Sob a Redoma” - Stephen King. Nossa, aja criatividade e paciência para escrever algo tão imenso e tão majestoso. Claro, se eu tivesse escrito eu mudaria aquele final porque sinceramente eu me irritei um pouco com a justificativa dele para a criação da redoma. Mas ok, eu adorei esse livro, foi o primeiro que fiquei lendo até as 7 da manhã, sim, virei a madrugada inteira e para mim foi uma experiência inovadora e tensa. Porque eu lia suando e respirando forte pelo fato de as coisas não darem certo na narrativa e tu achar que ninguém vai sobreviver.

3. Não vale a pena abater árvores por causa disto: Ai, não me fale nisso. Eu simplesmente me arrependi muito de ter comprado e lido o livro “Ame o que é seu” - Emilly Giffin. Não é um livro ruim, mas não serviu para mim porque é do gênero essa vibe mais tranquila de se ler. Eu tinha comprado por ter gostado muito da narrativa de outro livro da autora, “Laços Inseparáveis”. Porém nesse, não “funfou”. A narrativa demorou para fluir e o final foi muito sessão da tarde, muito bobinho. O que acabou me irritando muito.

4. Não és tu, sou eu (um livro bom lido na altura errada): “Oceano no fim do caminho” - Neil Gaiman. Pois é, eu li esse livro, adorei e entendi algo totalmente superficial à história. Triste isso, mas pretendo ler ele de novo daqui a alguns anos por achar que ainda me falta experiências e maturidade para entender e perceber certos detalhes da obra.

5. Eu tentei... (um livro que tentamos ler mas não conseguimos): “Feita de fumaça e osso” - Laini Taylor. Eu tentei ler ele no segundo ano do ensino médio, mas abandonei logo após a metade. Não consegui, me cansou a leitura. Não sei ao certo o porquê, porém, me estava tomando muito tempo e esforço para ler e a história não fluía.
6. Hã? (um livro que lemos e não percebemos nada OU um livro que teve um final surpreendente): Nossa, final surpreendente, siiiimm. “O Resgate do tigre” - Colleen Houck. Chocado com o final desse livro, eu sinceramente não esperava que a história tomaria aquele rumo quando eu li. Ok, foi há uns dois anos, talvez hoje eu já desconfiaria antes. Mas o que importa foi na época, e o efeito que aquele epílogo teve foi muito louco para mim. Quem leu sabe do que estou falando, eu xinguei muito a autora quando me dei conta.

 7. 
É tão bom, não foi? (um livro que devoramos): “O Romance de Amadis” - Affonso Lopes Vieira. Eu li em menos de cinco horas, simplesmente devorei. O mais rápido que eu tinha lido um livro foi em um dia eu acho. Nunca em horas. Principalmente uma obra de duzentas e poucas páginas, sim, foi um momento de orgulho. Nunca tinha lido um romance co essa temática medieval, justamente porque eu não sou muito fã desse aspecto Game of Thrones. 

8. Entre livros e tachos (uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós): Não lembro o nome dela ao certo, mas escolho a dona de um restaurante ou bar de Chester's Mill (KING, Stephen. Sob a Redoma). Eu tenho memória fraca, então eu acho que o nome dela é Rose, não tenho certeza hihi A dona gata cozinha superbem e é fofa, querida e amada, quero muito uma janta feita por ela.

9. Fast Forward (um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada): Serei obrigado a repetir um livro já citado, “Ame o que é seu” - Emily Giffin. Depois da metade da obra, eu acho, comecei a ler apenas os diálogos e não, não senti falta de nada. Grande parte do resto era irrelevante para entender o contexto da cena ou da conversa. Novamente, foi uma leitura cansativa.

10. Às cegas (um livro que escolheríamos só por causa do título): Não riam de mim, “Millennium 02: A menina que brincava com fogo” - Stieg Larsson. Ai, eu amo essa trilogia mesmo sem ter lido o último volume ainda. Amo muito a Lisbeth Salander, melhor personagem da vida.

11. O que conta é o interior (um livro bom com uma capa feia): “O Romance de Amadis” - Affonso Lopes Vieira. Eu li em um Xérox, mas a versão não era de uma capa muito bela. Era bonita, mas conheço capas “melhores” para o tema. E sobre o conteúdo, bem, eu já escrevi sobre ele ali em cima hehe.

12. Rir é o melhor remédio (um livro que nos tenha feito rir): “O Detetive de Florianópolis” - Jair Francisco Hamms. Gente do céu, ri horrores com esse livro ano passado. Mesmo com piadas tolas como as dos trocadilhos nos nomes das pessoas. É muito rápida essa leitura, ela é leve, engraçada e tem investigação. Perfeito, só faltou a Lisbeth ali.

13. Tragam-me os Kleenex, se faz favor (um livro que nos tenha feito chorar): Eu não sou muito de chorar em livros, mas eu lembro de me emocionar com o final de “Extraordinário” - R.J. Palacio. Não por ser triste, mas é que tu torce o livro inteiro para o personagem se dar bem e ai, é tão ótimo como acontece. Gente, por favor, quem poder ler esse livro, leiaaaa!!! Por favor!!!

14. Este livro tem um v de volta (um livro que não emprestaríamos a ninguém): Na verdade são dois livros, “Mockingjay” – Suzanne Collins e “Alice in Wonderland & Through the Looking – Glass” - Lewis Carroll. O primeiro por ter sido tão barato e a versão original de um volume de uma série que eu amo. E o segundo por ter um valor sentimental. Foi uma pessoa muito especial que me deu ele para praticar o inglês futuramente. Quero muito ler ambos, porém, eu sei que vai demorar um pouquinho por causa do meu inglês.

15. Espera aí que eu já te atendo (um livro ou autor que estamos constantemente a adiar): Novamente são dois livros: “Millennium 03: A Rainha do castelo de ar” - Stieg Larsson e “Morte Súbita” - J. K. Rowling. O primeiro, por ser o último da minha trilogia favorita. Quem acompanha o blog e o canal desdo o começo deve estar rindo ou me xingando, porque o quanto eu falo desses livros. E o único motivo de adiar “Morte Súbita” é por achar que não darei conta do conteúdo, pois me disseram que o clima é muito pesado.



sábado, 20 de junho de 2015

Minha edição de ... Alice in Wonderland & & Through the Looking-Glass.

    Olá meus amores, como prometido no meu Instagram eu vim aqui postar algumas fotos da minha edição de "Alice in Wonderland & Through the Looking-Glass". Ganhei ela na sexta-feira passada, dia 12, e fiquei muito feliz porque com agora poderei praticar meu inglês na leitura. Sim, estou fazendo cursinho de inglês, mas ainda estou no nível 1. Dei uma lidinha no primeiro parágrafo e parece ser uma linguagem mais fácil de se entender já que é uma adaptação para crianças. Bem, vamos as fotos. Aqui embaixo tem uma foto com a capa e a lombada do livro, sinceramente, achei linda essa arte. Ahhhhh, é de capa dura <3


     Abrindo o livro, essa é a primeira página e de cara já tem essa imagem preta e branca de uma coruja linda. Não sei se refere à história ou à editora, me desculpem.


     Essa é uma imagem do primeiro capítulo caso alguém queira dar uma olhada na escrita da adaptadora. Sim, a fonte é grandinha e a diagramação é muito boa. Vale a pena!


    As duas imagens seguintes são referentes às cenas clássicas da história de Alice, em que a grande maioria que já ouviu falar da história reconhecerá elas. Primeiro a famosa cena em que Alice cresce demais em uma sala/quarto. E a segunda, a adorável e engraçada ceia ou banquete, como preferir.


Espero que tenham gostado ;)


sábado, 13 de junho de 2015

O que era aquilo do seu lado??? - Cena 5.

    Um dia como qualquer outro para o atual boy do senhor Abacaxi. Acordar cedo, se arrumar, ir para a faculdade. Seria normal se ele lesse ou dormisse no ônibus, e foi mais ou menos o que aconteceu. O boy não imaginava que ao chegar no terminal de sua cidade encontraria uma coisa linda o cumprimentando. Não, realmente ele ficou surpreso. Enquanto trocava de plataforma viu uma cabeleira se destacar, mas nem pensou quem poderia ser e seguiu em frente. Foi cutucado no braço esquerdo. Momento de nervosismo e surpresa. Não sabia se sorria, se berrava de felicidade ou elogiava. Foi uma sensação muito estranha. O que fazer diante desta situação? E pior, sem ninguém para ajudar.
    Ele não poderia desviar o olhar e ignorar porque seria inconveniente já que os dois pegariam ônibus juntos dali a cinco minutos. E agora, o que falar? Queria muito elogiar, saber qual a sensação, mas só conseguia olhar e olhar para algo tão diferente. Era um azul com tonalidades tão diferentes. Perto da raiz parecia ser fluorescente, nas pontas um azul lindo e o conjunto muito mais belo. O boy queria muito elogiá-la, pois era sua amiga. Sim, sua amiga da universidade e companheira de viagens no ônibus. Aquela doida e linda tinha ido para a faculdade semanas atrás com um aplique azul bem clarinho, e agora, depois de um tempo ela aparece assim, totalmente diferente. Com esse cabelo gigante e com muitas luzes azuis. Quando o menino conseguiu se recuperar do susto, elogiou e mexeu muito naquele céu tocável.

    Para o jovem, tinham se passado vários minutos e a menina estava ficando chateada. Porém, na verdade o dilema de saber o que falar não durou mais que um milésimo de segundo. Ambos entraram no ônibus, e conversaram um pouco até dormirem de novo. O garoto não resistiu, quando qualquer um tentasse criticar sua amiga ele se impunha. Ela era tão querida com todos e ao mesmo tempo envergonhada. Não merecia nenhuma forma de preconceito. Com seu jeito calmo conquista amizade de todas as pessoas de seu meio. Durante o intervalo das aulas, o apaixonado foi correndo contar para o seu abacaxi o que tinha acontecido. Estava eufórico. Nem imaginava que ela pintaria o cabelo. Lobo e Leãozinho conversaram maravilhados pensando na cor dos cabelos de Blue, e nas cores dos fios de amigas suas. Leãozinho foi obrigado a gravar o cabelo da bela, não resistiu, e depois de alguns dias o fato se consumou e o vídeo foi gravado para recordação eterna. O boy espera um dia ter uma filha que queira ser fora do padrão e pintar seu cabelo de cor fantasia igual à menina fez. Afinal, estamos desconstruindo a família tradicional brasileira e queremos mais cores e alegria no dia a dia ;)


domingo, 7 de junho de 2015

TAG: Livros Opostos - Luiz!

    Olá gatos e gatas, estou aqui para fazer essa TAG que muita muita muita gente já fez. Eu mesmo já fiz umas duas vezes no canal. Lá no final da postagem vou deixar o link do vídeo atual. Essa TAG consiste em dez perguntas diferenciando livros, e foi criado pelo Bruno Miranda do canal Minha Estante. Pois então, vamos as perguntas:
1. Primeiro livro da sua coleção / último comprado: Não lembro ao certo qual foi meu primeiro livro, mas deve ter sido o primeiro da série Harry Potter, não tenho certeza agora. E o último comprado foi Hibisco Roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie.
2. Um que você pagou barato / um que pagou caro: Eu lembro de ter pago barato no meu Cortiço, que foi R$10,00 e no Dicionário Machista, que foi R$10,00 também. E os mais caros são todos os que eu comprei da série Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais.
3. Livro com protagonista homem / com protagonista mulher: Extraordinário, de R.J. Palacio. Esse livro é muito amor pra vida toda, hahahaha. E com protagonista mulher vou colocar todos da trilogia Millennium, de Stieg Larsson.
4. Leu bem rápido / demorou pra ler: Atualmente, o livro que eu li mais rápido foi O Romance de Amadis, no qual eu demorei menos de cinco horas para acabar. E o mais demorado, provavelmente foi Harry Potter e o Cálice de Fogo. Não fiquem surpresos, foi quase um ano, senão mais.
5. Com capa bonita / com capa feia: Com capa bonita eu coloco A trilogia Millennium e Hibisco Roxo. E uma capa feia seria a de Ame o que é seu, de Emily Giffin.
6. Um livro brasileiro / um livro internacional: Brasileiro eu coloco Princesa Adormecida, de Paula Pimenta. E estrangeiro eu coloco Todo Dia, de David Levithan.
7. Um livro mais fino / um mais grosso: Acho que o mais fino que tenho é O Pequeno Príncipe, ou, A Hora da Estrela.
8. Um livro de ficção / um de não ficção: Para ficção eu coloco Garoto Encontra Garoto, e para não ficção coloco Dicionário dos Personagens de José Saramago.
9. Um livro meloso / um livro de ação: Meloso, hummm, deixa eu pensar … pode ser A Culpa é das Estrelas, porque sim.
10. Um livro que te deixou feliz / um que te deixou triste: Nossa, que me deixou feliz e choroso ao mesmo tempo foi Extraordinário, muitas emoções com aquele final. E um livro que me deixou triste foi O Diário de Helga, de Helga Heis.



   Pronto cambada do bem, se vocês gostaram e querem mais TAGs compartilhem e deem sugestões de postagens ou vídeos para a gente fazer. Um abraço e beijo para vocês.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Leituras de Junho! - Luiz!

Oi pessoal, vim aqui descaradamente assumir que me basiei no vídeo de uma amiga minha (Cecília) para escrever essa organização. Bom, depois de um pequeno drama, vou tentar manter um ritmo de leitura agradável no mês de junho. Pretendo ler nesse mês uns dois livros diferentes, um da faculdade e um de fora, no mínimo. Se por acaso eu tenha que ler mais algum livro para a faculdade nesse mês e eu achar ele interessante, eu comento junto na postagem do final do mês. 
Bem, os supostos livros seriam: 
  • Senhora - José de Alencar; 
  • Princesa Mecânica - Cassandra Clare; 
Vi a Cecília falando do livro da Forman e fui obrigado a pensar a ler ele. Já o tenho aqui na minha estante desde dezembro, está mais do que na hora de ler. Pretendo voltar fim do mês esclarecendo os livros lidos, os não lidos e os futuros. Provavelmente quando eu acabar algum deles eu devo postar no Instagram, mas se caso não ocorrer, é só esperar começo de julho que eu escrevo para vocês. Beijão amores, até mais!